Na saúde e na doença... Felizes para sempre!
O trabalho magnífico que os voluntários da alegria e palhaços de hospital travam diariamente entre a dor e a felicidade Por Inaiá Correia Conheça o trabalho dos palhaços de hospital, voluntários que dedicam sua vida e seu tempo para alegrar a vida de pacientes e seus familiares
Ser feliz pode depender de uma decisão na vida ou até de um estado de espírito. Às vezes, um simples sorriso contagia pessoas que não tinham nada na vida a não ser esperar pelo pior.
Assim é o trabalho dos palhaços de hospital, uma profissão que já pegou em muitos hospitais no Brasil e vem alcançando vitórias importantes como a recuperação mais rápida de crianças, a cura da depressão e, até mesmo, a tão sonhada alta médica.
Milagre? Não! Pura ciência. Estudos comprovam que o riso e o bom humor contribuem para o bem-estar físico e, com isso, ajudam nos tratamentos médicos. O riso acelera a recuperação de convalescentes e é eficaz no combate à dor. O poder do riso de ativar a produção de endorfinas é tão eficiente quanto a acupuntura, o relaxamento, a meditação, os exercícios físicos e a hipnose. Uma sensação maravilhosa que só mesmo os bons amigos conseguem nos trazer.
Essa sensação maravilhosa é o que os palhaços de hospital levam às crianças doentes no mundo todo, inclusive no Brasil. Aqui, a risoterapia ou besteirologia, como é conhecida, chegou através de Wellington Nogueira há 18 anos. Desde lá, os Doutores da Alegria vêm crescendo e já estão em quatro Estados do Brasil: São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Pernambuco. Hoje, já são mais de 300 grupos.
Um dos grupos mais conhecidos no meio da humanização hospitalar é o Esparatrapo, grupo no qual duas jornalistas da editora Símbolo atuam.
No dia a dia, suas carreiras são como as de alguém com uma profissão comum, com horário marcado e tudo mais. Mas, como todo herói, suas identidades secretas são reveladas aos sábados. Elas saem em busca de um sorriso no rosto de uma criança.
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