Na saúde e na doença... Felizes para sempre!
O trabalho magnífico que os voluntários da alegria e palhaços de hospital travam diariamente entre a dor e a felicidade Por Inaiá Correia
11 bons efeitos colaterais do riso
1- O hormônio do estresse, que é produzido pelas glândulas suprarrenais, é reduzido.
2- Suas lágrimas passam a ter mais imunoglobulinas, um anticorpo que é a sua primeira linha de defesa contra algumas infecções oculares provocadas por vírus e bactérias.
3- Sua boca também passa a ter mais imunoglobulina, o que resulta em uma melhor função imunológica.
4- O riso acelera a recuperação de convalescentes e é eficaz no combate à dor.
5- Tem poder de ativar a produção de endorfinas, sendo tão eficiente quanto a acupuntura, o relaxamento, a meditação, os exercícios físicos e a hipnose.
6- O nível de cortisol aumentado de forma nociva durante o estresse diminui significativamente.
7- A pressão sanguínea aumenta durante o riso e cai abaixo dos níveis de repouso. O riso diminui a tensão muscular, um dos principais fatores que contribuem com doenças ocupacionais, como o Distúrbio Osteomuscular Relacionado ao Trabalho (DORT).
8- O ar é expelido com grande velocidade pelos pulmões e pelo organismo quando você dá uma boa gargalhada. O corpo todo é oxigenado - inclusive o cérebro. Esse fenômeno contribui tanto para que você pense com clareza quanto para ter uma boa forma aeróbica.
9- Possui um efeito anti-inflamatório nas juntas e nos ossos, o que contribui para reduzir a inflamação e aliviar a dor em condições artríticas.
10- Durante o estresse, a glândula suprarrenal libera corticosteroides que são convertidos em cortisol na corrente sanguínea. Níveis elevados de cortisol têm um efeito imunossupressivo.
11- Reduz os níveis de cortisol e protege o sistema imunológico - o estresse é o elo entre a pressão alta, a tensão muscular, o sistema imunológico enfraquecido, o enfarto, o diabetes e muitas outras doenças.
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Ser Família
Os doutores-palhaços se tornam, muitas vezes, a família dessas crianças, pois visitam semanalmente e não se preocupam em envolver-se emocionalmente com cada um dos pacientes. Nisso, o doutor-palhaço se destaca, afinal, os médicos reais têm como função evitar o que eles chamam de "transferência", envolvimento pessoal com os internos. Já o doutor-palhaço está lá para isso mesmo: torcer junto, abraçar, contar histórias, dizer que ama e tornar-se família. Para os enfermos, a presença do palhaço se torna tão especial quanto a presença dos parentes e amigos, além de ser uma companhia que jamais será esquecida. Uma grande responsabilidade que poucos conseguem cumprir à risca, com assiduidade. Uma pena! PÁGINAS :: << Anterior | 1 | 2 | 3 |